Empresa vai fazer versões mais acessíveis dos MacBooks de 13 polegadas, diz site. Leia aqui.

Polícia investiga caso; conteúdo das imagens não foi revelado.
PC era do irmão de Raphael, com quem Carla tem um filho.
De acordo com a agência de notícias France Presse, o computador foi levado de um apartamento em Paris, no final de semana. No local mora Julien Enthoven, irmão de Raphael, com quem Carla tem um filho, Aurelien. Os ladrões quebraram a janela e levaram o laptop com as fotos, além de uma câmera digital.
A polícia, divulgou o jornal “Telegraph”, não acredita que os criminosos soubessem do conteúdo armazenado no computador. “Foi um furto trivial. Todos os equipamentos eletrônicos foram levados”, disse um porta-voz da polícia, de acordo com a publicação britânica.
Carla conheceu Raphael em 2001, quando o filósofo era casado. Na época, a hoje primeira-dama saia com Jean-Paul Enthoven, pai de Raphael. Os dois ficaram juntos durante seis anos, e após a separação Raphael afirmou que Carla não era comprometida com o relacionamento. Justine Levy, ex-mulher dele, escreveu um romance sobre uma supermodelo que seduz o marido de outra mulher.
A cantora italiana se casou no início de 2008 com o presidente francês, pouco mais de dois meses após os dois terem se conhecido. Sarkozy foi casado com Cecilia, mãe de seu filho Louis, até outubro de 2007, quando os dois oficializaram o divórcio. Um mês depois, conheceu Bruni na casa do publicitário Jacques Séguéla.
Fonte: G1 Tecnologia
Valor refere-se à máquina e também às informações nela contidas.
Brecha de dados responde por 80% do valor, diz pesquisa.
A perda ou roubo de notebooks causa um prejuízo médio de US$ 49,25 mil (cerca de R$ 109,27 mil) por máquina, segundo um estudo do Instituto Ponemon encomendado pela Intel. O valor se refere ao equipamento, somado aos dados nele contidos, que “superam em muito o preço do computador”, diz a pesquisa.
Com base em 138 casos de notebooks perdidos ou roubados, o instituto afirma que as brechas de informação representam 80% do custo da perda de um portátil – também estão incluídas despesas com substituição, detecção, ciência forense, perda de propriedade intelectual, perda de produtividade e despesas jurídicas, regulatórias e de consultoria.
O estudo também indica que o valor da máquina está ligado ao cargo ocupado por seu usuário. No entanto, ao contrário do que se pode pensar, os portáteis usados por diretores e gerentes são mais valiosos que os notebooks de diretores-executivos. A máquina de um executivo sênior está avaliada, em média, em US$ 28,45 mil (cerca de R$ 63,13 mil), seguida pela de um diretor (US$ 60,78 mil; R$ 134,87 mil) e gerente (US$ 61,04 mil; R$ 135,44 mil).
A Intel diz ter encomendado o estudo para compreender melhor os problemas e soluções associados aos notebooks perdidos.
Fonte: G1 Tecnologia
Pense pequeno, ou as sutis diferenças entre netbooks e notebooks Por Bruno Galo e Juliana Rocha São Paulo, 06 (AE) - Em outubro de 2007, a taiwanesa Asus abalou a mundo da tecnologia ao lançar o primeiro netbook, um minilaptop cuja proposta era fazer menos e custar menos - ideia semelhante à da clássica propaganda do Fusca que, em 1960, propôs o slogan "Pense Pequeno". De lá pra cá, esses superportáteis se tornaram um fenômeno de vendas e, entre o pioneiro EeePC e os últimos lançamentos, passaram por mudanças tão profundas que é difícil perceber o que os diferem dos notebooks.
Hoje atendem com precisão a quem deseja um equipamento mais prático e portátil do que um notebook ou sonha com mais conforto e facilidade de navegação do que oferece um smartphone.
Lançado em outubro de 2007 pela Asus, o EeePC apresentou um conceito que parecia fazer pouco ou nenhum sentido no mundo dos PCs portáteis. Era nanico, com uma tela apertada, um teclado desconfortável, pouca capacidade de memória e disco rígido e nenhum drive de DVD. Em suma, não servia para fazer quase nada fora da web.
O EeePC, porém, se tornou um fenômeno instantâneo ao vender mais de 1 milhão de unidades no primeiro ano. Não tardou para que praticamente todos os fabricantes abraçassem a novidade. De repente, existia uma máquina que indicava que boa parte dos consumidores talvez não quisesse mais, mas, sim, menos. Será?
"Os netbooks (categoria inaugurada pelo EeePC) permitiram ao público perceber cuidadosamente o que de fato cada um precisa em um computador", ponderou Andrew Laing, analista da consultoria Innosight, do guru Clayton Christensen, autor da teoria das inovações de ruptura, em que netbooks se encaixam, segundo Laing.
Mas nem tudo saiu como o previsto. Boa parte dos compradores dos primeiros netbooks acabou se decepcionando. Havia uma falha de comunicação entre fabricantes e parte dos consumidores, que esperava encontrar nesse equipamento apenas um notebook menor e mais leve. Quer dizer, algumas pessoas até queriam menos, mas não tão menos assim.
Some-se a isso o descontentamento de muitos fabricantes com as pequenas margens de lucro dos pequeninos. Foi o que bastou para que, a partir do segundo semestre do ano passado, modelos maiores e mais sofisticados começassem a surgir. A pioneira Asus acaba de apresentar lá fora um modelo, o EeePC 1004DN (sem data de lançamento no Brasil), com drive óptico, que grava CDs e DVDs.
Os netbooks da nova geração não são só navegadores com teclados. É possível usá-los para guardar músicas, fotos e documentos, rodar softwares multimídia, alguns games mais antigos e diversos outros aplicativos. A boa notícia é que a maior parte das pessoas não precisa de um computador com mais capacidade do que isso - especialmente em uma segunda máquina.
"Atualmente há pouca coisa que você pode fazer em um notebook que não se possa fazer em um netbook. E esta distância está rapidamente encolhendo", disse Rod Ederle, presidente da consultoria norte-americana Ederle Group.
No ano passado, cerca de 12 milhões de netbooks foram vendidos em todo o mundo, superando com folga as previsões iniciais. Para este ano, segundo a consultoria ABI Research, esses números podem totalizar 35 milhões. Ainda de acordo com a ABI, serão 139 milhões em 2013.
A partir do segundo semestre, com a oferta dos primeiros netbooks baseados na GPU Ion, criada pela Nvidia, uma das maiores limitações dos netbooks - o fato de não exibirem filmes em alta definição - deverá ser superada.
O processador gráfico Ion retirará parte da responsabilidade dos chips Intel Atom - dominantes entre os netbooks - ao se encarregar do processamento de vídeos e gráficos complexos. Graças ao Ion, os netbooks serão capazes de exibir sem sofrimento conteúdo em alta definição.
Portanto Drew Henry, gerente de computação móvel da Nvidia, aconselha quem planeja comprar um netbook a aguardar um pouquinho. "A Ion estará presente tanto em netbooks como em notebooks e desktops de baixo consumo de energia. É uma GPU de ampla capacidade e oferecerá aos usuários uma experiência completa, de computação real, em todos os equipamentos", disse.
Ainda segundo o executivo, não há razões para temer um impacto significativo no custo dos aparelhos. O primeiro computador equipado com o Ion - o desktop de baixo custo AspireRevo, fabricado pela Acer - começa a ser vendido em julho e a expectativa de preço é de US$ 300.
Mas há, sim, uma diferença que deve persistir, apontaram todos os especialistas e fabricantes ouvidos pela reportagem: a portabilidade. "Os netbooks são os novos notebooks", afirmou ao Link o norte-americano Brad Linder, autor do blog especializado em netbooks Liliputing (www.liliputing.com).
Fonte: Agência Estado
Eles podem até - ainda - não suprir todas as nossas necessidades, mas em breve serão nossos grandes companheiros do mundo digital.

O notebook gScreen TITAN M-1 será lançado no dia 25 de fevereiro, possui duas telas de 15.4 polegadas com LED backlit, vem com processador Intel Core 2 Quad QX9300, 4GB RAM, disco rígido com capacidade de armazenamento de 500GB , placa gráfica NVIDIA Quadro FX 2700M, 6 portas USB 2.0, VGA, Display Port, RJ-45, áudio e Firewire.
via Ubergizmo

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